Link original publicado na página da QuatroV – https://www.facebook.com/pg/quatrov/videos/?ref=page_internal

Drops escrito por Karina Quintanilha e Laura Guerreira (publicado no 08 de Março de 2017)

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Título – Chamado Internacional da Greve de Mulheres do 08 de Março e as Mulheres Migrantes

Descrição –
Por que também devemos nos levantar a favor das mulheres migrantes no Brasil?
O Brasil ocupa o 5º lugar em número de feminicídios no ranking de países nesse tipo de crime; a taxa de assassinatos de mulheres negras aumentou 54% em dez anos; a cada 11 minutos uma mulher é estuprada.

As múltiplas formas de violência que atingem as brasileiras no cotidiano também são vivenciadas por mulheres imigrantes que vivem no país, principalmente as mulheres que chegam em condições precárias e com problemas na documentação.

Todos e todas que se solidarizam com o 8 de Março como um calendário de lutas devem se levantar também a favor das mulheres migrantes, apoiando suas demandas concretas de reivindicação ao Estado para garantir acolhida e combate à xenofobia e racismo.

Hashtags

#8M #greveinternacionaldasmulheres #mulheresimigrantes #solidariedadeénossaarma #somosmigrantes #direitoshumanos

TEXTO DO VÍDEO (12 a 18 linhas curtas):

Desconhecimento da língua portuguesa

falta de informações sobre seus direitos e a

precária estrutura de acolhimento do Estado

reforçam o ciclo de silenciamento das violações sofridas pelas mulheres migrantes.

Os deslocados, sejam refugiados ou migrantes, são especialmente vulneráveis e estão entre as principais vítimas de violações dos direitos humanos. Mulheres e crianças são alvos preferenciais.” (Alto Comissário da ONU, Zeid Ra’ad Al Hussein, 2016).

Organismos internacionais de direitos humanos denunciam violações específicas que as mulheres migrantes estão sujeitas ao cruzarem fronteiras.

São frequentes os relatos de estupro e aliciamento para tráfico internacional de mulheres e drogas.

Mulheres estão se dedicando em diferentes cidades da América Latina, África, América do Norte, Europa, Oriente Médio e Ásia para construir

“um feminismo mais amplo e com unidade de ação: antirracista, ‘antiheterossexista’ e antineoliberal, anti-imperialista, e que defenda também as pautas das mulheres negras, pobres, lésbicas, trans e queers, sem colocá-las em segundo plano”.

08 de Março está chegando no Brasil e no mundo

Chamado Internacional de Greve das Mulheres

Por um dia de greves, marchas e bloqueios de estradas, pontes e praças;

abstenção do trabalho doméstico, de cuidados e sexual;

boicote e denuncia de políticos e empresas misóginas,

greves em instituições educacionais.

Vamos nos levantar contra todas as formas de opressão

rejeitamos a deportação em massa,

a detenção de famílias,

as violações do devido processo legal e a violência contra migrantes queer e trans”

Migrar e viver com dignidade é um direito humano

A solidariedade é a nossa arma

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